21 de jul de 2007

REFEIÇÕES EM FAMÍLIA FAZEM BEM À SAÚDE MENTAL E ESTREITAM LAÇOS

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Todos à mesa

Tudo o que você precisava para convencer seus filhos e netos a aparecerem para jantar: estudiosos e psicólogos constatam que refeições em família fazem bem à saúde mental e estreitam laços
Por Simone Muniz

Hora da refeição é sagrada, diziam nossos avós.
Mas, nesses tempos corridos, poucos conseguem sentar-se à mesa para conversar com os filhos, netos, parentes e aderentes.
Pois está na hora de rever esses costumes.

Um estudo publicado no Jornal de Epidemiologia e Saúde da Comunidade da Espanha, mostra que parente não é serpente e esse simples ato pode fazer a diferença no futuro de todos.

Compartilhar as refeições é dar provas de amor.

Quem pensa que jovem só quer saber de sua própria tribo vai ter um choque.
Entre os 259 adolescentes entrevistados, os que vivem com os pais, mas compartilham poucas refeições em família, declararam se sentir mais infelizes e menos amados.
O que eles querem mesmo é colo e carinho.
Mesmo os mais rebeldes sentem falta de uma referência, de acolhimento.

Mais do que uma simples reunião de grupo, para o psicólogo familiar Sérgio Garbati Gorenstin, o almoço em família é o momento do contato, e pode ser fundamental para garantir a saúde mental do adolescente.

"Na velocidade atual, faltam as atividades que favoreçam a presença, a união. Ninguém se desenvolve sozinho, é preciso companhia e demonstrações de interesse", acredita.

Para salvar seus pimpolhos, as mamas devem entrar em ação.
Segundo o psicólogo, é obrigação dos mais velhos reunir a família em torno da mesa.
"Cuidar de uma família é uma opção e quem a fez deve arcar com sua decisão. Família é uma prioridade, não é um lazer de fim de semana", explica.

E não basta pôr comida na mesa.
É preciso servir amor com fartura.

Para Gorenstin, os pais não devem poupar esforços para convencer o adolescente a ter prazer em compartilhar o tradicional almoço em família.

"Se for para sentar na mesa por três minutos, mudo e de olho na televisão, é preferível comer sozinho", diz o psicólogo.

"Hoje, muitos pais entendem que a liberdade conquistada pelos filhos significa o fim do papel deles de pais", alerta.

" É necessário dedicar um tempo para elaborar a mesa e o cardápio, como em um ritual.
Se não for possível, buscar um restaurante bacana ou qualquer atrativo para seduzir os filhos", prega.
E, é claro, manter uma ambiente fraterno.
Críticas e discussões, nem pensar. Elas podem - e devem - ser reservadas a outros ambientes.

Para Sérgio, nada substitui as obrigações paternais como querer saber dos estudos, promover reuniões durante as refeições - nem que seja o café da manhã -, ou deixar os filhos na cama antes de dormir.

"Não dá para abdicar das responsabilidades e dizer para os filhos irem dormir sozinhos porque já estão grandes.
Não existe mais a desculpa de que eles mantêm uma relação de amizade com os filhos", afirma.

"Pais podem ser amigos, mas não devem jamais abdicar de seu papel de pais, ou provocarão grandes problemas de auto-estima nas crianças."

UM ÓTIMO DOMINGO EM FAMÍLIA. BJSSS


3 comentários:

  1. Nossa, EU CONCORDO EM NÚMERO, GÊNERO E GRAU com todo este texto.
    Veja as minhas fotos, vc verá como nós fotografamos refeições, é tudo de bom, beijos

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  2. Nossa, EU CONCORDO EM NÚMERO, GÊNERO E GRAU com todo este texto.
    Veja as minhas fotos, vc verá como nós fotografamos refeições, é tudo de bom, beijos
    Ahhhhhh!!' essa foto é da sua família?
    se for, é muito linda, conserve, beijos

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  3. Não.
    Essa foto não é da minha família, mas a minha família é muito linda tb. rsrs
    Bjs

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