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26 de nov. de 2019

PORCOS ESPINHOS






Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. No entanto, com a convivência, um problema sério surgiu: os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor.

Incomodados com a situação, tornaram a se afastar uns dos outros e como conseqüência, voltaram a morrer congelados. A espécie de porcos espinhos estava, então, novamente ameaçada de extinção…


Com o passar do tempo, com a solidão aumentando e a morte pelo frio dizimando toda a espécie, eles perceberam finalmente que precisavam fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.

Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. Desta forma, Sobreviveram.

MORAL DA HISTÓRIA:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos.

Plante a semente do amor e você verá os frutos aparecerem. Aceite e ame seus amigos, seus familiares, seu amor, do jeitinho que são. A mudança que tiver que acontecer, acontecerá naturalmente. Como os espinhos, as imperfeições fazem parte de nossa natureza, não julgue, não se afaste, não sofra!
Aceite, conviva, ame e seja feliz!!!

Pense nisso!


21 de jul. de 2007

REFEIÇÕES EM FAMÍLIA FAZEM BEM À SAÚDE MENTAL E ESTREITAM LAÇOS

Rating:★★★★★
Category:Other
Todos à mesa

Tudo o que você precisava para convencer seus filhos e netos a aparecerem para jantar: estudiosos e psicólogos constatam que refeições em família fazem bem à saúde mental e estreitam laços
Por Simone Muniz

Hora da refeição é sagrada, diziam nossos avós.
Mas, nesses tempos corridos, poucos conseguem sentar-se à mesa para conversar com os filhos, netos, parentes e aderentes.
Pois está na hora de rever esses costumes.

Um estudo publicado no Jornal de Epidemiologia e Saúde da Comunidade da Espanha, mostra que parente não é serpente e esse simples ato pode fazer a diferença no futuro de todos.

Compartilhar as refeições é dar provas de amor.

Quem pensa que jovem só quer saber de sua própria tribo vai ter um choque.
Entre os 259 adolescentes entrevistados, os que vivem com os pais, mas compartilham poucas refeições em família, declararam se sentir mais infelizes e menos amados.
O que eles querem mesmo é colo e carinho.
Mesmo os mais rebeldes sentem falta de uma referência, de acolhimento.

Mais do que uma simples reunião de grupo, para o psicólogo familiar Sérgio Garbati Gorenstin, o almoço em família é o momento do contato, e pode ser fundamental para garantir a saúde mental do adolescente.

"Na velocidade atual, faltam as atividades que favoreçam a presença, a união. Ninguém se desenvolve sozinho, é preciso companhia e demonstrações de interesse", acredita.

Para salvar seus pimpolhos, as mamas devem entrar em ação.
Segundo o psicólogo, é obrigação dos mais velhos reunir a família em torno da mesa.
"Cuidar de uma família é uma opção e quem a fez deve arcar com sua decisão. Família é uma prioridade, não é um lazer de fim de semana", explica.

E não basta pôr comida na mesa.
É preciso servir amor com fartura.

Para Gorenstin, os pais não devem poupar esforços para convencer o adolescente a ter prazer em compartilhar o tradicional almoço em família.

"Se for para sentar na mesa por três minutos, mudo e de olho na televisão, é preferível comer sozinho", diz o psicólogo.

"Hoje, muitos pais entendem que a liberdade conquistada pelos filhos significa o fim do papel deles de pais", alerta.

" É necessário dedicar um tempo para elaborar a mesa e o cardápio, como em um ritual.
Se não for possível, buscar um restaurante bacana ou qualquer atrativo para seduzir os filhos", prega.
E, é claro, manter uma ambiente fraterno.
Críticas e discussões, nem pensar. Elas podem - e devem - ser reservadas a outros ambientes.

Para Sérgio, nada substitui as obrigações paternais como querer saber dos estudos, promover reuniões durante as refeições - nem que seja o café da manhã -, ou deixar os filhos na cama antes de dormir.

"Não dá para abdicar das responsabilidades e dizer para os filhos irem dormir sozinhos porque já estão grandes.
Não existe mais a desculpa de que eles mantêm uma relação de amizade com os filhos", afirma.

"Pais podem ser amigos, mas não devem jamais abdicar de seu papel de pais, ou provocarão grandes problemas de auto-estima nas crianças."

UM ÓTIMO DOMINGO EM FAMÍLIA. BJSSS